Archive for Julho 28th, 2009
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Site: http://www.radiopetroleira.org.br/

O Audio do vídeo do então candidato apresidência da república Lula em 1989, gravado no programa Silvio Santos é apresentado na abertura do programa do aposentado.
Ouça AQUI o programa na íntegra
ou Clique AQUI e Ouça direto da página da WebRadio Petroleira
28 de Julho 2009
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Site: http://www.senado.gov.br

Ouça o pronunciamento do Senador Mão Santa
1ª Parte
2ª Parte
Ao discursar na sessão plenária desta sexta-feira (17), o senador Mão Santa (PMDB-PI) fez um apelo para que a Câmara dos Deputados aprove o projeto de lei oriundo do Senado que acaba com o fator previdenciário (PLS 296/03, que tramita na Câmara como PL 3.299/08). A medida, afirmou o parlamentar, beneficiará 25 milhões de brasileiros.
- No Senado, por unanimidade, aprovamos o projeto bom que acaba com o achatamento dos benefícios dos aposentados e pensionistas, mas ele está dormindo nas gavetas da Câmara. Também seria bom que Câmara e Senado se organizassem para derrubar o veto presidencial ao reajuste dado aos aposentados, em 2006. A aprovação dessas duas propostas seria um prêmio justo aos que tanto trabalharam durante sua vida – enfatizou.
De acordo com o parlamentar, as matérias corrigem injustiças, acabando com a discriminação no reajuste de aposentadorias e pensões. Mão Santa lembrou que a família brasileira está sendo “abalada em seus alicerces” por causa do desemprego crescente. Por isso, frisou, os benefícios dos aposentados estão sendo usados, muitas vezes, para ajudar filhos e netos, tornando-se indispensável para a estabilidade familiar.
O senador pelo Piauí aconselhou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a não incentivar os planos de previdência privada no Brasil, porque “não são sérios”. Ele lembrou o seu caso, dizendo ter pago durante 25 anos um plano de previdência particular para receber cinco salários mínimos, o que representaria hoje R$ 2.350, mas recebe apenas R$ 156.
Da Redação / Agência Senado
28 de Julho 2009
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Site: http://www1.folha.uol.com.br

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu conceder um reajuste aos benefícios do Bolsa Família ainda neste ano. A tendência é dar um aumento acima da inflação acumulada desde o último reajuste, em julho do ano passado, informa reportagem de Eduardo Scolese e Kennedy Alencar, publicada nesta quarta-feira pela Folha.
Segundo apurou a Folha, há três cenários em estudo no governo. A primeira e provável opção de Lula é oferecer de uma só vez a inflação acumulada desde julho do ano passado mais a previsão de inflação para o ano que vem. O valor médio do benefício, hoje em R$ 85, poderia ser reajustado para ao menos R$ 95.
No segundo cenário, o reajuste do Bolsa Família seria atrelado a outro indicador econômico, como o salário mínimo. O aumento não ficaria vinculado ao indicador de inflação, que tem apresentado tendência de queda. Nos últimos 12 meses, o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) acumulado é de 5,20%. O IPCA é o indicador oficial da inflação.
No terceiro cenário, Lula daria em julho ou agosto deste ano o reajuste relativo aos últimos 12 meses de inflação e faria outro reajuste em julho ou agosto do ano que vem, já no início da campanha eleitoral.

28 de Julho 2009
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Site: http://www.agora.uol.com.br

É possível tirar pelo site da Previdência a CTC (Certidão de Tempo de Contribuição). O próprio INSS é o órgão responsável por atestar a veracidade das informações.
Para quem serve?
Qualquer beneficiário da previdência pode pedir a certidão.
Passo a passo
Clique em “Consulta de Certidão de Tempo de Contribuição”. Uma nova tela será aberta. Nela, digite o número do seu protocolo, a data de nascimento, o nome e o CPF (sem pontos ou traços) do titular do benefício. Em seguida, digite o código de segurança que aparece na imagem abaixo. Clique em “Confirma”.
28 de Julho 2009
LEIAM neste blog, na íntegra, o segundo número do tablóide:
PAINEL – A VOZ DA MATURIDADE “Nossas vozes serão ouvidas!…”.
Clique AQUI para ler a página 8.

28 de Julho 2009
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Site: http://www.fimdofatorprevidenciario.com.br/

Em meio à crise das instituições políticas brasileiras se anuncia o fim da era do fator previdenciário, este vilão que muitos só passaram a conhecer a partir do momento em que foram se aposentar e perceberam, sem muitas explicações, seus rendimentos serem reduzidos. O fator previdenciário é um índice integrante de uma forma de cálculo de proventos no Regime Geral de Previdência Social – o RGPS (não se aplica aos regimes dos servidores públicos), obtido pelo produto de quatro elementos: alíquota de contribuição, idade do segurado, tempo de contribuição à Previdência Social e expectativa de vida. Quanto menor a idade e maior a expectativa de vida, menor o índice e menores os proventos. Nessa ordem, aposentar-se mais cedo não é interessante e raramente aposentar-se com idade avançada garante proventos integrais. No caso das mulheres, em que pese a compensação prevista no artigo 29, §9º, da Lei 8.213/91, a fórmula ainda é mais perversa, uma vez que se ganham de um lado, ao se aposentar, por direito, com idade e tempo de contribuição em menos cinco anos que o homem, perdem de outro, porque se o tempo de contribuição é menor, a idade também. Isso significa que as mulheres se aposentam mais cedo, mas ganham proventos menores do que o homem. Tal situação é agravada ainda mais pelo fato de que as mulheres têm expectativa de vida maior do que a do homem. Na prática, o fator previdenciário é um redutor.
Demorou-se a perceber que esse fator não atende o princípio da dignidade da pessoa humana (Constituição Federal, artigo 1º, III), porque pune as pessoas quando elas mais precisam de recursos, no momento de sua inatividade; fere o princípio da isonomia constitucional entre homens e mulheres (CF, artigo 5º, I) e fere o princípio da irredutibilidade de proventos (artigo 194, parágrafo único, IV). Infelizmente, não foi isso que entendeu o Supremo Tribunal Federal (STF) ao julgar o fator previdenciário constitucional (cf. ADI 2111 e ADI 2110).Contudo, se juridicamente não se conseguiu derrubar o fator previdenciário, espera-se que p oliticamente ele seja aposentado. Entretanto, como toda alteração, a extinção do fator previdenciário é acompanhada de indagações: quais as consequências decorrentes da provável extinção do fator previdenciário para aqueles que se aposentaram antes dele? E na vigência dele? E para aqueles que ainda vão se aposentar, quais as previsões?
28 de Julho 2009









